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Black XP: MULHERESES que estão hackeando a TECNOLOGIA – FP #162

Cinco pontos principais do vídeo:

A Black XP é uma organização voltada à formação de jovens — especialmente negros, indígenas e mulheres — para o mercado de tecnologia e games, promovendo inclusão e novas perspectivas profissionais.

O projeto surgiu da percepção de que praticamente não havia mulheres — especialmente mulheres negras — nas áreas de tecnologia e computação, revelando um déficit estrutural de acesso.

O diálogo destaca a desigualdade digital no Norte e Nordeste, a falta de infraestrutura e a dificuldade dos jovens de permanecerem em formações por questões sociais, financeiras e familiares.

Há forte ênfase na importância da interiorização da tecnologia, da criação de narrativas locais dentro dos games e do impacto social transformador dessas oportunidades.

O podcast apresenta relatos marcantes de jovens e mães impactados pela Black XP e reforça o chamado por apoio financeiro, patrocínio e políticas públicas que permitam ampliar o programa.

Resumo em dois parágrafos:
O vídeo apresenta uma conversa profunda sobre o trabalho da Black XP, organização dedicada a capacitar jovens do Nordeste para o mercado de games e tecnologia. A entrevistada explica que o programa surgiu da ausência quase total de mulheres — em especial mulheres negras — nos cursos de tecnologia e nas iniciativas do setor, revelando a necessidade de intervir desde cedo, mostrando às crianças e adolescentes que esse mercado é possível e acessível. Ela reforça que o campo dos games fatura mais do que as indústrias do cinema e da música, mas que jovens do Nordeste e do interior ainda têm pouco acesso à formação, infraestrutura, banda larga e computadores capazes de acompanhar essa área.

Ao longo do diálogo, são discutidas desigualdades digitais, dificuldades de permanência nos cursos, barreiras econômicas e o impacto da interiorização da tecnologia no desenvolvimento social e profissional dos jovens. Exemplos reais de estudantes que transformaram suas vidas — inclusive criando aplicativos e vencendo competições — mostram como o acesso à formação pode expandir horizontes e quebrar ciclos de vulnerabilidade. O episódio encerra reforçando a importância de patrocínio, parcerias e apoio institucional para sustentar a iniciativa e ampliar sua atuação no interior da Bahia.

Capítulos do Episódio

00:00 – Abertura
00:20 – Quem é Priscila Mécia
00:59 – O que é a Black XP
01:56 – Cadê as mulheres na tecnologia?
03:43 – Diversidade no audiovisual
06:18 – Exclusão digital no Brasil
09:08 – Tecnologia no interior da Bahia
12:13 – Narrativas locais nos games
17:07 – O custo de entrar na tecnologia
18:54 – Quando o sonho fica caro
21:51 – Automação e futuro do trabalho
23:43 – Vagas IEL
29:00 – “Brasil digital” é mito
33:14 – Como funciona a trilha da Black XP
38:53 – Desafio para o território do SISAL
47:40 – Histórias transformadoras
51:12 – Quem pode participar
52:05 – Convite para o evento Black XP
54:39 – Encerramento

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